Cinérea
a base permanece, o conteúdo se renova
Esculturas de gesso feitas à mão em Campos do Jordão. O que elas guardam muda — a escultura, não.
Ver as peçasA vela acaba. A escultura, não.
Vela comum se consome inteira: quando a cera acaba, acabou o objeto também. A nossa separa as duas coisas. A escultura é de gesso e fica para sempre; o que queima é a areia perfumada que você põe dentro.
Sem molde, sem cera grudada no vidro, sem raspar nada. Acabou, você repõe a areia e o pavio, e recomeça.
Preencha
Areia perfumada na taça, em camadas de cor à sua escolha.
Acenda
Fixe o pavio e acenda. O aroma sobe, a escultura fica intacta.
Reponha
Quando a fragrância se esgotar, troque só a areia.
A peça diz o que você quiser.
Dentro de cada peça há um chip. Quem encostar o celular nela abre o que você escolheu deixar ali — uma playlist, a rede de wi-fi da casa, um recado, um endereço. Sem aplicativo, sem cadastro: encostou, abriu.
E quando você quiser dizer outra coisa, é só trocar. A peça continua a mesma.
Para quem tem uma peça.
O app da Cinérea é de quem já levou uma peça para casa. É por ele que você escolhe o que ela guarda, vê o que ela já disse antes, e repõe a areia quando acabar.
Quem ganha a peça de presente não precisa de nada disso para usá-la: basta encostar o celular.
Em breve nas lojas de aplicativos.
Feito à mão, em Campos do Jordão.
A Cinérea nasce da vontade de fazer objetos que durem mais que o seu conteúdo. Cada peça é moldada, curada e acabada à mão, uma por vez — e por isso nenhuma sai exatamente igual à outra.
As peças numeradas trazem certidão de origem: encostando o celular, aparece o modelo, o número da série e quando ela foi feita.
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